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terça-feira, 6 de novembro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Debate "Escrita, Escritores e a Madeira" (04-10-2012; 19:00)
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A escrita da ilha gera-se entre o arrepio das paredes das montanhas e a liquidez azul do infinito. É assim mesmo? Há uma literatura madeirense? E uma literatura atlântica? Sobre o que (não) escrevem os autores daqui?
Porque em toda a palavra está o silêncio dessa
palavra.
Como um buraco dentro do buraco, o ouro
dentro do ouro
HELDER, Herberto, 1990, Poesia Toda, Assírio & Alvim.
terça-feira, 3 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Ciclo de Debates "As Artes na Madeira": Sessão I - Artes Visuais (12-04-2012; 19:00)

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DUARTE ENCARNAÇÃO:
Notas Biobliográficas dos Participantes
DUARTE ENCARNAÇÃO:
Duarte Encarnação é um artista visual e docente universitário, nascido no Funchal, em 1975.
Enquanto artista visual, a sua obra é geralmente pautada por questões especulativas, utópicas e projetuais, manifestadas através do desenho e de artefatos escultóricos/arquitetónicos.
Tem vindo a integrar várias exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam: Lonarte, projetos de Arte Pública, Calheta/Madeira (2010); Linha de Partida”, Centro das Artes (2009); Horizonte Móvel, uma perspetiva sobre as artes plásticas na Madeira entre 1960-2008, MAC, Funchal/Madeira (2008); ração para animais, MAC, Funchal/Madeira (2007); International contemporary youth film creation exhibition, Cheng Shiu University ArtCenter, Kaohsiung/Taiwan (2005); XXXI Prémio Bancaixa (Arte Digital), IVAM, Valência/Espanha (2003); Hybrid Spaces - Hybrid Acts, FOURNOS - Centre for Digital Culture, Atenas/Grécia (2003).
Em 1999, foi-lhe atribuído o 1º prémio de escultura, no I Concurso Regional de Artes Plásticas – Casa das Mudas.
Duarte Encarnação estudou Belas Artes em Valência e no Funchal. É Doutorado em Bellas Artes, programa de Artes Visuales e Intermedia, pela Universidad Politécnica de València, Espanha, Departamento de Escultura (2010). É ainda detentor do diploma de Estudios Avanzados(DEA) pelo mesmo centro de estudos (2005).
Atualmente exerce a docência em Arte e Design, com a categoria de Professor Auxiliar, no Centro de Competência de Arte e Humanidades da Universidade da Madeira. Desenvolve investigação sobre Arte Pública e Arquitetura.
+ info: http://www.arsreactiva.com/ e http://www3.uma.pt/dmfe/cv_duarte.pdf
NUNO SERRÃO:
Nuno Serrão é um designer e fotografo português.
O seu presente, nomeadamente a sua primeira exposição – Project Paperclip (www.discloseprojectpaperclip.com), reflecte o seu passado multidisciplinar. Esta é, porém, a sua primeira exposição a unir fotografia com realidade aumentada, através do uso de sonoridades reactivas processadas em tempo real através de uma aplicação para iPhone.
A intervenção de Nuno Serrão no universo das artes teve início nos anos 1990, como programador. Pouco tempo depois conheceu o design gráfico e, no início de 2000, desenvolvia já sites e aplicações em Macromédia Flash.
Actualmente interessa-se, de forma particular, pela área das artes interactivas, sobre a qual tem vindo a desenvolver pesquisa.
É proprietário, designer, produtor e director de arte, na agência criativa urbanistasdigitais . Paralelamente, é ainda coordenador da secção +cultura do programa Irreverência da RTP-M, e produz os eventos Incubadora Criativa, Cognitivopolis e em 2012 assume ainda a co-produção do festival de cinema documental Islands.Doc.
+ info: http://www.urbanistasdigitais.pt/
http://pt-br.facebook.com/incubadoracriativa
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?c_id=4&dif=tv&e_id&p_id=23099
http://www.centrodasartes.com/ver_espect%C3%A1culo_2011-1087.aspxPID=6381&News ID=409
http://www.urbanistasdigitais.pt/en/2011/06/17/cognitivopolis/
PATRÍCIA SUMARES:
Patrícia Sumares nasceu em 1969, no Jardim do Mar, concelho da Calheta – Madeira.
É licenciada em Artes Plásticas/Escultura pelo ISAD (Instituto Superior de Arte e Design da Madeira). Foi professora em várias escolas da região, tendo sido docente do Quadro da Escola Básica e Secundária da Calheta do 3º Ciclo/ Secundário e pertencendo, actualmente, ao quadro de docente da Escola Básica dos 1º, 2º, 3º Ciclos/PE Professor Francisco M. S. Barreto, na Fajã da Ovelha.
Enquanto artista visual, participou em várias exposições individuais e colectivas desde 1995, sendo que as suas ultimas intervenções artísticas se inscrevem naquilo que hoje se define como Arte Pública. Destacam-se, neste âmbito, os Projectos: Lonarte 11 - Calheta e Portas Abertas – Zona Velha do Funchal.
Desde 2008 é co-mentora e responsável pelo projecto da Galeria dos Prazeres, organizando exposições de artes plásticas, ateliers, visitas guiadas, conferências e cursos vários.
+ info: http://www.galeriadosprazeres.com/
http://galeriadosprazeres.blogspot.pt/
http://patriciasumHYPERLINK
http://patriciasumares.com/"aHYPERLINK
http://patriciasumares.com/"res.com/
http://patriciasumares.blogspot.pt/
http://phg-projecto.blogspot.pt/
http://projectovivaaartefajaovelha.blogspot.pt/
TERESA JARDIM:
Teresa Maria Gonçalves Jardim é Licenciada em Artes Plásticas/Pintura e em Design de Projectação Gráfica.
É professora de Artes Visuais, na Escola Secundária de Francisco Franco.
Enquanto artista visual, desde 1976, co-organizou e/ou participou em mais de meia centena de exposições colectivas, das quais se destacam: "Hortus Deliciarum", com Alice Sousa, Carmen e J. Manuel Gomes, no Teatro Municipal de Baltazar Dias, Funchal (2010); "Viagem ao Coração dos Pássaros", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2009); "Conceito Estreito 2", no Centro Cívico de Câmara de Lobos (2009); "Horizonte Móvel – Artes Plásticas na Madeira 1960-2008", no Museu de Arte Contemporânea, Forte de São Tiago, Funchal (2008); "Conceito Estreito", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2008); "O menino da sua mãe", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2008);
Para além da participação em mostras colectivas, tem também exposto individualmente: "Eu vivo aqui", na Galeria da SRTC, Funchal (2001); "Jogos de Adivinhação", na Galeria da SRTC, Funchal (1997); "Porque te amo", na Galeria do ISAPM, Funchal (1984).
Teresa Jardim tem também participado na publicação de trabalhos interartes e multimédia, com poesia de sua autoria: Jogos Radicais, livro de poesia/fotografia (Lisboa: Assírio e Alvim. 2010); O canto dos poetas madeirenses, CD editado para assinalar o I aniversário da rádio TSF na Madeira e que reuniu cerca de uma dezena de poetas insulares, em registo de voz (Funchal: TSF/DRAC, 1999); Anjos de Areia, livro de poesia ilustrado por Lígia Gontardo (Funchal: DRAC, 1993).
Enquanto artista visual, a sua obra é geralmente pautada por questões especulativas, utópicas e projetuais, manifestadas através do desenho e de artefatos escultóricos/arquitetónicos.
Tem vindo a integrar várias exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam: Lonarte, projetos de Arte Pública, Calheta/Madeira (2010); Linha de Partida”, Centro das Artes (2009); Horizonte Móvel, uma perspetiva sobre as artes plásticas na Madeira entre 1960-2008, MAC, Funchal/Madeira (2008); ração para animais, MAC, Funchal/Madeira (2007); International contemporary youth film creation exhibition, Cheng Shiu University ArtCenter, Kaohsiung/Taiwan (2005); XXXI Prémio Bancaixa (Arte Digital), IVAM, Valência/Espanha (2003); Hybrid Spaces - Hybrid Acts, FOURNOS - Centre for Digital Culture, Atenas/Grécia (2003).
Em 1999, foi-lhe atribuído o 1º prémio de escultura, no I Concurso Regional de Artes Plásticas – Casa das Mudas.
Duarte Encarnação estudou Belas Artes em Valência e no Funchal. É Doutorado em Bellas Artes, programa de Artes Visuales e Intermedia, pela Universidad Politécnica de València, Espanha, Departamento de Escultura (2010). É ainda detentor do diploma de Estudios Avanzados(DEA) pelo mesmo centro de estudos (2005).
Atualmente exerce a docência em Arte e Design, com a categoria de Professor Auxiliar, no Centro de Competência de Arte e Humanidades da Universidade da Madeira. Desenvolve investigação sobre Arte Pública e Arquitetura.
+ info: http://www.arsreactiva.com/ e http://www3.uma.pt/dmfe/cv_duarte.pdf
NUNO SERRÃO:
Nuno Serrão é um designer e fotografo português.
O seu presente, nomeadamente a sua primeira exposição – Project Paperclip (www.discloseprojectpaperclip.com), reflecte o seu passado multidisciplinar. Esta é, porém, a sua primeira exposição a unir fotografia com realidade aumentada, através do uso de sonoridades reactivas processadas em tempo real através de uma aplicação para iPhone.
A intervenção de Nuno Serrão no universo das artes teve início nos anos 1990, como programador. Pouco tempo depois conheceu o design gráfico e, no início de 2000, desenvolvia já sites e aplicações em Macromédia Flash.
Actualmente interessa-se, de forma particular, pela área das artes interactivas, sobre a qual tem vindo a desenvolver pesquisa.
É proprietário, designer, produtor e director de arte, na agência criativa urbanistasdigitais . Paralelamente, é ainda coordenador da secção +cultura do programa Irreverência da RTP-M, e produz os eventos Incubadora Criativa, Cognitivopolis e em 2012 assume ainda a co-produção do festival de cinema documental Islands.Doc.
+ info: http://www.urbanistasdigitais.pt/
http://pt-br.facebook.com/incubadoracriativa
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?c_id=4&dif=tv&e_id&p_id=23099
http://www.centrodasartes.com/ver_espect%C3%A1culo_2011-1087.aspxPID=6381&News ID=409
http://www.urbanistasdigitais.pt/en/2011/06/17/cognitivopolis/
PATRÍCIA SUMARES:
Patrícia Sumares nasceu em 1969, no Jardim do Mar, concelho da Calheta – Madeira.
É licenciada em Artes Plásticas/Escultura pelo ISAD (Instituto Superior de Arte e Design da Madeira). Foi professora em várias escolas da região, tendo sido docente do Quadro da Escola Básica e Secundária da Calheta do 3º Ciclo/ Secundário e pertencendo, actualmente, ao quadro de docente da Escola Básica dos 1º, 2º, 3º Ciclos/PE Professor Francisco M. S. Barreto, na Fajã da Ovelha.
Enquanto artista visual, participou em várias exposições individuais e colectivas desde 1995, sendo que as suas ultimas intervenções artísticas se inscrevem naquilo que hoje se define como Arte Pública. Destacam-se, neste âmbito, os Projectos: Lonarte 11 - Calheta e Portas Abertas – Zona Velha do Funchal.
Desde 2008 é co-mentora e responsável pelo projecto da Galeria dos Prazeres, organizando exposições de artes plásticas, ateliers, visitas guiadas, conferências e cursos vários.
+ info: http://www.galeriadosprazeres.com/
http://galeriadosprazeres.blogspot.pt/
http://patriciasumHYPERLINK
http://patriciasumares.com/"aHYPERLINK
http://patriciasumares.com/"res.com/
http://patriciasumares.blogspot.pt/
http://phg-projecto.blogspot.pt/
http://projectovivaaartefajaovelha.blogspot.pt/
TERESA JARDIM:
Teresa Maria Gonçalves Jardim é Licenciada em Artes Plásticas/Pintura e em Design de Projectação Gráfica.
É professora de Artes Visuais, na Escola Secundária de Francisco Franco.
Enquanto artista visual, desde 1976, co-organizou e/ou participou em mais de meia centena de exposições colectivas, das quais se destacam: "Hortus Deliciarum", com Alice Sousa, Carmen e J. Manuel Gomes, no Teatro Municipal de Baltazar Dias, Funchal (2010); "Viagem ao Coração dos Pássaros", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2009); "Conceito Estreito 2", no Centro Cívico de Câmara de Lobos (2009); "Horizonte Móvel – Artes Plásticas na Madeira 1960-2008", no Museu de Arte Contemporânea, Forte de São Tiago, Funchal (2008); "Conceito Estreito", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2008); "O menino da sua mãe", na Casa da Cultura de Câmara de Lobos (2008);
Para além da participação em mostras colectivas, tem também exposto individualmente: "Eu vivo aqui", na Galeria da SRTC, Funchal (2001); "Jogos de Adivinhação", na Galeria da SRTC, Funchal (1997); "Porque te amo", na Galeria do ISAPM, Funchal (1984).
Teresa Jardim tem também participado na publicação de trabalhos interartes e multimédia, com poesia de sua autoria: Jogos Radicais, livro de poesia/fotografia (Lisboa: Assírio e Alvim. 2010); O canto dos poetas madeirenses, CD editado para assinalar o I aniversário da rádio TSF na Madeira e que reuniu cerca de uma dezena de poetas insulares, em registo de voz (Funchal: TSF/DRAC, 1999); Anjos de Areia, livro de poesia ilustrado por Lígia Gontardo (Funchal: DRAC, 1993).
sexta-feira, 9 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Debate "As Mulheres nas Letras e nas Artes" (08-03-2012; 19:00)
Resumo
As Mulheres nas Letras e nas Artes é o mote para este debate em Dia Internacional.
A nossa proposta é refletirmos sobre o modo como a mulher é/ foi representada ao longo dos tempos. Que palavras e que imagens se usam para a descrever, para a sentir?
Sabendo que o papel da mulher tem sido sempre secundário e sabendo também que esta perspetiva é amplamente discutida, de forma mais ou menos acesa, o nosso propósito não é nos centrarmos em questões de género, nem tão pouco erguer a bandeira do feminismo. Pretendemos apenas pensar na forma como história, literatura, arte e expressão plástica (se) conjugam ( ou não ) no verbo ser Mulher.
Acompanhados pelo núcleo de música da Apel, contaremos com os seguintes convidados:
Professora Martina Emonts (Universidade da Madeira)
Mestre Rita Rodrigues (Escola Secundária Francisco Franco)
Dr. Rui Nepumoceno (Advogado)
Dr. Paulo Sérgio Beju (Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco)
A nossa proposta é refletirmos sobre o modo como a mulher é/ foi representada ao longo dos tempos. Que palavras e que imagens se usam para a descrever, para a sentir?
Sabendo que o papel da mulher tem sido sempre secundário e sabendo também que esta perspetiva é amplamente discutida, de forma mais ou menos acesa, o nosso propósito não é nos centrarmos em questões de género, nem tão pouco erguer a bandeira do feminismo. Pretendemos apenas pensar na forma como história, literatura, arte e expressão plástica (se) conjugam ( ou não ) no verbo ser Mulher.
Acompanhados pelo núcleo de música da Apel, contaremos com os seguintes convidados:
Professora Martina Emonts (Universidade da Madeira)
Mestre Rita Rodrigues (Escola Secundária Francisco Franco)
Dr. Rui Nepumoceno (Advogado)
Dr. Paulo Sérgio Beju (Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Debate "Turismo Cultural" (01-03-2012; 19:00)
Resumo
O termo Turismo Cultural designa uma modalidade de turismo cuja motivação da deslocação incide essencialmente no querer conhecer a cultura de outra região, nomeadamente o património edificado, música, festas culturais, folclore, gastronomia, exposições. Tem como foco essencial tudo o que é criação dos homens e mulheres de um determinado local, região, ilha ou país. O Turismo Cultural carateriza-se, assim, por um contato mais próximo com a comunidade, ocorrendo viagens menores e suplementares dentro da mesma localidade com o intuito de aprofundar-se a experiência cultural.
Este tipo de turismo possui, cada vez mais, um reconhecido dinamismo. No caso português, a cultura, a história, os monumentos, a arquitetura, a gastronomia e as tradições e costumes garantem uma diversidade neste segmento do turismo. O Arquipélago da Madeira com as suas especificidades nos mais variados âmbitos, é um exemplo muito forte da identidade histórica, artística, ambiental e cultural. É caraterizada inegavelmente como um território de emoções e tradições, inspirando poemas e obras de arte. Tudo isto significa as inúmeras potencialidades que pode adquirir o turismo cultural.
O grande objetivo será refletir e levantar algumas questões e propostas no âmbito do Turismo Cultural: as ofertas da cidade do Funchal e da Madeira em geral; a revitalização de espaços históricos; o turismo gastronómico; a cultura nas suas dimensões mais variadas como a música, literatura e outras artes que podem captar novos turistas / um novo tipo de turismo no Arquipélago da Madeira. Ou seja, compreender melhor a interação entre turismo e cultura; turismo e a cidade e turismo e gastronomia.
Neste sentido, convidamos algumas figuras, que, pela sua experiência pessoal e profissional contribuem para uma reflexão sobre o tema: João Carlos Abreu, ex-secretário de Turismo e Cultura, Bruno Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal do Funchal e ex-Diretor Regional do Turismo, e Maurício dos Santos, Maître de Hotel num cruzeiro da Oceania Cruises.
Este tipo de turismo possui, cada vez mais, um reconhecido dinamismo. No caso português, a cultura, a história, os monumentos, a arquitetura, a gastronomia e as tradições e costumes garantem uma diversidade neste segmento do turismo. O Arquipélago da Madeira com as suas especificidades nos mais variados âmbitos, é um exemplo muito forte da identidade histórica, artística, ambiental e cultural. É caraterizada inegavelmente como um território de emoções e tradições, inspirando poemas e obras de arte. Tudo isto significa as inúmeras potencialidades que pode adquirir o turismo cultural.
O grande objetivo será refletir e levantar algumas questões e propostas no âmbito do Turismo Cultural: as ofertas da cidade do Funchal e da Madeira em geral; a revitalização de espaços históricos; o turismo gastronómico; a cultura nas suas dimensões mais variadas como a música, literatura e outras artes que podem captar novos turistas / um novo tipo de turismo no Arquipélago da Madeira. Ou seja, compreender melhor a interação entre turismo e cultura; turismo e a cidade e turismo e gastronomia.
Neste sentido, convidamos algumas figuras, que, pela sua experiência pessoal e profissional contribuem para uma reflexão sobre o tema: João Carlos Abreu, ex-secretário de Turismo e Cultura, Bruno Pereira, Vice-Presidente da Câmara Municipal do Funchal e ex-Diretor Regional do Turismo, e Maurício dos Santos, Maître de Hotel num cruzeiro da Oceania Cruises.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Debate "Rumos da Emigração e Comunidades Madeirenses num Mundo Global" (26-01-2012; 19:00)

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No próximo dia 26 de Janeiro, o Centro de Estudos de História do Atlântico iniciará um ciclo de debates sobre temas de História e Cultura madeirenses. Pelas 19 horas, nas primeiras Quintas-Feiras de cada mês, haverá assim lugar a debates sobre essas áreas temáticas, sendo o primeiro intitulado “Rumos da Emigração e Comunidades Madeirenses num Mundo Global”, no qual haverá oportunidade do público presente testemunhar as suas experiências e conhecimentos, interpelando os promotores do debate após as intervenções destes.
Farão as primeiras intervenções os colaboradores do CEHA, Alberto Vieira, José Luís F. Sousa (Rumos da Emigração Madeirense até à I Guerra Mundial) e Emanuel Janes (Emigração Madeirense entre as duas Guerras e após a II Guerra Mundial – complementada com intervenções do Alberto Vieira), e Susana Caldeira (Emigração para o Hawaii), Directora do Centro Cultural John dos Passos. Contaremos com a participação de Gonçalo Nuno dos Santos, Director das Comunidades Madeirenses, que testemunhará sobre a situação actual da emigração madeirense e do seu desempenho e sucesso/insucesso na vida económica e sociopolítica no país de acolhimento.
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